sábado, 24 de setembro de 2011

A mais pura realidade

Sempre quando chega a eleição somos seduzidos por uma simples palavrinha que se chama Democracia. As coisas são desta forma por que elas nos inspira o direito de uma participação; o direito de ter uma voz na vida política do estado. Porém. é preciso não confundir as coisas. No cenário político, no qual estamos enquadrados, essa "participação" encontra-se no momento em que os políticos mais precisam do povo: O voto. Sim, por mais que ainda tentem falar o contrário, essa é a verdade.


 Mais triste e lamentável  é perceber que as escolhas para o voto, muitas vezes, nem passam por um critério de avaliação. Não procura-se investigar e conhecer a vida política do candidato. Vota-se por não ter opção, por desinteresse. Contudo, nota-se o quão controlado é o ser humano quando uma escolha vale-se só pelo fato de outro apoiar, de achar  que vai ser melhor assim. O importante não é nem saber de quem se trata, pois se tem o um respaldo,tudo bem. Querer uma mudança total de tal situação é como querer que comecem a nascerem maçãs em pés de laranjas , mas não é utopia imaginar que  possam existirem indivíduos que ainda possam fazer o diferencial. Algo que fuja dos padrões que, de tão fincados,já se tornaram tradicionais.




Não se iludam com guias eleitorais, comícios e debates  que, muitas vezes, quando deveriam ser espaços para se discutir e expor ideias, são um campo de trocas de ofensas entre os candidatos. Atitudes como estas só servem para deixar um voto empobrecido e fraco em expressão.




Votar é a ocasião de dar personificação ao que chamamos de democracia política. Sendo assim, é preciso aproveitar bem o momento. Uma escolha errada e pautada em um pouco conhecimento podem gerar consequências sérias onde poucos são beneficiados e muitos são prejudicados.








sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A questão das cotas raciais em universidades públicas.

Durante esta semana, estive lendo um artigo do sociologo Demérito Magnoli, intitulado de "O Dom de iludir". Ele travatava a respeito da distribuição das cotas raciais no vestibular da UNB ( Universidade nacional de Brasília). Magnoli traz argumentos  para sustentar seu posicionamento contrário a esse sistema. Confesso que ainda não hávia parado para pensar no assunto, mas,ao fazer isso, percebí que trata-se de mais um importante ponto de discussão da educação brasileira


A temática vai de encontro com uma questão um tanto presente no seio da nossa pátria: O preconceito, um dos grandes motivos para sustentar a lógida das cotas. Mas, acima de qualquer indício preconceituoso atual, econtra- se o pagamento de uma suposta dívida suposto pedido de desculpas deste país para com os negros (ou afrodescendentes). A escravidão que culminou com anos de práticas desumanas  criaram o sentimento de culpa. Veio a ideia de uma divida que teria que ser paga de alguma forma.



As marcas de uma sociedade onde o preconceito esteve e está presente são muitas. Preconceito não só racial, mas também de outros tipos. O fato é que o racial parece ser um dos mais presentes, aquele que cada um esconde em algum lugar. Por uma compreensão desta realidade, surugiarm as cotas em universidades públicas para os afrodescendentes.. Essa mesma realidade agrega fatores históricos e culturais.


O assunto deixa de ter sua raiz simplória a partir do momento em que entra em discussão e gera divergências. Por um lado, temos a bandeira dos que defendem a cota como um mecanismo justo. No outros, temos o lado dos que não acreditam que seja por aí o caminho para um respeito e "indenização" para uma raça.



Será que justo, de fato, não seria ver o afrodescendente entrando em vestibular sem qualquer tipo de auxílio em sua pontuação? Será que as cotas não seriam apenas uma forma de vermos ele como difrerente dos outros?



Como se vê, não faltam questionamentos e discussões em torno do das cotas raciais em universidades públicas. Um diálogo mais aberto será, sem dúvidas,um passo importante para a educação brasileira e também para avaliarmos a situação do afrodescendente dentro do contexto social e cultural 





sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Prazer,meu nome é imposto!

imagem: Leitura de bolso  http://leituradebolso.blogspot.com
Olá. Sei que você já deve me conhecer muito bem,pois somos amigos de longas datas.  Me encontrar é bastante fácil. Estou em todos os  lugares. Não importa onde. Pode ser desde a comida que você come até a roupa que vestes, Sou tão fácil de ser encontrado que basta abrir uma torneira, para lá eu estar. É, de fato, temos uma relação muito intima, daquelas que só crescem. Devo todo o meu crescimento a todos que adoram ver as pessoas gastando mais e mais. Realmente não posso reclamar de apoios, tenho muitos! 
Pensando bem, não sei se são tantos assim. Mas, mesmo que não sejam, são daqueles que estão no alto comando.


Admito, com muito prazer, que me sinto em casa neste país. Não haveria como ser o contrário. Aqui me valorizam; me veem como  alternativa de um suposto crescimento. Podem até dizer que eu poderia estar menos presente na vida de vocês brasileiros, mas não estou. Vou permanecer por aqui e, ainda bem, que da forma como as coisas andam, vou evoluir. Se eu tenho uma missão é retirar tudo que eu puder dos produtos consumidos, ter uma fatia daquilo que todos recebem por seus trabalhos.


O que eu quero é  a minha parte em tudo, quer reclamem ou não. É claro que, um dia, posso não ser tão grandioso. Até lá, sigam sonhando, pois não custa nada. Pensando bem, seria melhor, que custasse...



Se ainda tens alguma dúvidas de quem eu sou,mesmo com o título e a imagem, não tem problema. Posso me apresentar novamente. Prazer,  sou o imposto: seu velho companheiro. E que tal ver uma pequena demonstração do que posso fazer, através de uma pequena lista? Aí vai:



Achocolatado - 37,84%
Açúcar - 40,4%
Água mineral - 45,11%
Agua - 29,83%
Água sanitária - 37,84%
Álcool - 43,28%
Aparelho de barbear - 41,98%
Aparelho de som - 38,00%
Armário de madeira - 30,57%
Arroz - 18%
Automóvel - 43,63%
Batedeira - 43,64%
Bicicleta - 34,50%
Biscoito - 38,5%
Brinquedos - 41,98%
Cachaça - 83,07%
Cadeira de madeira - 30,57%
Café - 36,52%
Cama de madeira - 30,57%
Caneta - 48,69%
Carne bovina - 18,63%
CD - 47,25%
Cerveja - 56%
Chocolate em barra - 32%
Cigarro - 81,68%
Cobertor - 37,42%
Computador - 38,00%
Condicionador de cabelo - 47,01%
Copos - 45,60%
Desinfetante - 37,84%
Desodorante - 47,25%
Detergente - 40,50%
DVD - 51,59%
Energia elétrica - 45,81%
Ervilha - 35,86%
Esponja de aço - 44,35%
Farinha de Trigo - 34,47%
Feijão - 18%
Ferro de Passar - 44,35%
Fertilizantes - 27,07%
Fogão - 39,50%
Frango - 17,91%
Frutas - 22,98%
Garrafa térmica - 43,16%
Gasolina - 57,03%
Lápis - 36,19%
Leite - 33,63%
Lençol - 37,51%
Liquidificador - 43,64%
Livros - 13,18% *
Macarrão - 35,20%
Margarina - 37,18%
Mensalidade Escolar - 37,68%
Mesa de madeira - 30,57%
Microondas - 56,99%
Milho verde - 37,37%
Molho de tomate - 36,66%
Motocicleta acima de 125 cc - 49,78%
Motocicleta de até 125 cc - 44,40%
Móveis - 37,56%
Óleo de soja - 37,18%
Ônibus interestadual - 16,65%
Ônibus metropolitano - 22,98%
Ovos - 21,79%
Panelas - 44,47%
Papel Higiênico - 40,50%
Papel sulfite - 38,97%
Passagens aéreas - 8,65%
Pasta de Dente - 42,00%
Peixe - 18,02%
Pratos - 44,76%
Refresco em pó - 38,32%
Refrigerador - 47,06%
Refrigerante - 47%
Remédios - 36%
Roupas - 37,84%
Sabão em barra - 40,50%
Sabão em pó - 42,27%
Sabonete - 42%
Sal - 29,48%
Sapatos - 37,37%
Saponáceo - 40,50%
Sofá de madeira/plástico - 34,50%
Suco concentrado - 37,84%
Talheres - 42,70%
Tapete - 34,50%
Telefone - 47,87%
Telefone Celular - 41,00%
Telha - 34,47%
Tijolo - 34,23%
Tinta - 45,77%
Toalhas de mesa e banho - 36,33%
Transporte Aéreo de Cargas - 8,65%
Travesseiro - 36%
Vassoura - 26,25%
Ventilador - 43,16%
Xampu - 52,35%

fonte: http://leituradebolso.blogspot.com





Gostou? Se sim,ótimo. Se não,lamento....
Todos sabem que sou bem maior que isso e  continuarei desenvolvendo-se, pois me dão totais condições para isso. E não vão pensando que vão se ver livres de mim. Até por que , tem gente que gosta me ver nos graus mais excessivos. Só elas sabem apreciarem todo o poderio da carga tributária brasileira!





terça-feira, 6 de setembro de 2011

Vivendo a " era das bolsas".

O Governo, no papel de tutor e responsável pelas ações que coincidem com o bem - estar da sociedade, busca criar ações que venham a satisfazer e ajudar os mais diversos setores. Se as palavra da vez são "ajuda e auxílio"  cabe,então,avaliar se estes auxílios são realmente úteis e se eles não acabam causando a inibição de outras medidas que poderiam ser tomadas.


Numa primeira visão, já nos deparamos com a " era das bolsas".Bolsa família,bolsa escola, bolsa renda .... todas elas criadas com a finalidade de oferecer uma renda mensal para as famílias necessitadas. Lendo a proposta podemos até enxergar a configuração de uma boa iniciativa, mas, por trás de tudo que parece ser benéfico, há também um aspecto negativo e de contrapontos. Não é novidade e nem surpreendente, o fato de indivíduos de situação financeira estável receberem o benefício.

De tantas críticas a serem feitas, destaca- se a "obrigação" de uma frequência escolar, por parte do aluno, para assim garantir a quantia estabelecida. Será que é certo uma mãe dizer, para o filho, o seguinte: " Meu filho, vai par a escola por que, assim, o 'dinheirinho' no final do mês tá garantido". É uma forma de incentivo um tanto que contrária aos objetivos que um aluno deve ir para a escola. Ele deve e precisa encarar a escola como um local  para se aprender, não apenas sendo uma forma de firmar compromisso com uma condição estabelecida por um programa social.



Não é uma questão de propor uma abolição de uma ajuda financeira, mas sim de entender-se que há tantas outras formas de assistir o mais necessitado. É  necessário criar meios que  o coloque num papel mais ativo dentro da sociedade, não como alguém que apenas espera o fim do mês chegar para,assim, receber o benefício. Crer piamente nas " Bolsas" que existem por aí, não é prudente. Usá-las como um argumento para um voto, também não. Acima de tudo que está vestido com o traje das ajudas, estão os investimentos em educação,saúde,segurança e na criação de empregos. Medidas como essas,sim, são mais eficazes naquilo que andam chamando de combate à pobreza.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Os problemas do "Mister América" Barack Obama.

O fato das eleições nos Estados despertarem interesse mundial,não é nenhuma novidade.Afinal .estamos falando da nação mais potente do mundo. Mas, há praticamente três anos,uma eleição,em especial despertou um verdadeiro clamor e comoção: Trata-se da que elegeu Barack Obama. Ele não foi apenas mais um presidente que teve seu nome marcado no processo político e democrático norte - americano. Obama soube ser carismático, levantou uma bandeira de renovação,criou dizeres (yes,we can) e trouxe uma perspectiva que encantou, não só os eleitores norte americanos,mas também o mundo: O primeiro presidente negro a ocupar a cadeira presidencial na Casa Branca.


Quanto alvoroço e expectativa foi despertado. Emissoras de todas as partes voltaram seus olhos para o cenário que estava sendo se formando. Obama não parecia ser o presidente de um país,mas sim do mundo! Ele foi eleito e trouxe consigo a esperança de uma série de mudanças. E,agora, com o passar doa anos, o que estamos presenciado a respeito do governo Obama? Se retendo aos últimos tempos, vem a lembranças de dias conturbados. Uma forte crise econômica, e os esforços para aumentar o teto da dívida norte americana que não é nada mais que expandir a capacidade de empréstimo. Vieram, então, as quedas nas bolsas do mundo inteiro e um rebaixamento da nota da economia norte- americana, da categoria AAA  ( nota máxima) para AA+ pareciam coroar o inferno astral de Obama. Fazendo uma analogia, o rebaixamento desta nota  foi equivalente ao do aluno que só obtém dez nas provas e causa surpresa, ou até decepção, quando fica abaixo da média. Seria o começo de uma corrida contra o tempo para evitar fiascos de proporções exorbitantes




Tudo isso ocorre faltando pouco mais de um ano para as próximas eleições. Não é por menos que Obama realizou uma " caravana" por estados americanos, possibilitando críticas dos republicanos. Mas o presidente quer mesmo restaurar a sua imagem, revigorar o prestígio dos tempos de eleição. Com tantos os problemas,ele até tem seus argumento favoráveis. A morte de Osama Bin Laden,pode ser um deles. Resta saber se os americanos ainda vão ter isso como um grande feito, pois a crise o colapso foi grande suficiente para,por hora, suplantar a morte do terrorista número 1 do planeta. Será preciso expor ideias e tirar das dificuldades algo que se torne favorável que é, sem dúvidas,uma das características do campo político.




O glamour e prestígio  podem ir embora tão rápido quanto chegam. Basta os aparição dos deslizes para o risco se torna cada vez mais real. Setores a mídia e a opinião pública podem ser tão eficazes quanto uma arma letal.  Por essas e tantas outras razões, Obama terá que usar toda sua habilidade para voltar a viver dias melhores. Caso a turbulência não passe ele,mais do que nunca, dizer "YES,WE CAN ( sim,nós podemos) mais do que nunca. E, acrescentando umas palavras ao seu famoso slogan, poderia ficar assim: "Sim,nós podemos, mesmo que as coisas estejam complicadas,ganhar a eleição".







domingo, 4 de setembro de 2011

Velhas concepções de educação

Hoje,felizmente,podemos dizer que,mesmo que em um processo lento,estamos evoluindo quando falamos sobre educação. Ao mesmo que passo em que prsenciamos uma evolução decantada pelo governo e uma forte campanha publicitária, ainda encontra- se um "lugarzinho" para quem ainda acha que a unidade e bem estar de um campo educacional resumise- a distribuir um material escolar e garantir a merenda de cada dia. De forma alguma se deve discordar que estas são verdadeiras obrigações do poder público, mas cabe discutir uma preocupação e questionamento: Existe um real direcionamento para a moldagem do aluno como ser soclal e,principalmente, alguém capacitado intelectualmente? Há uma vital necessidade de refletir sobre estas questões. Enquanto não for assim, as defeciências continuarão expostas.


Na escola, o aluno não pode encarar a matemática como uma disciplina chata e corriqueira. Para isso,o professor, juntamente com a direção, precisa traçar novos estrategias e outros caminhos que derrubem os esteriótipos quanto a esta disciplina. Outro fator um tanto que inadequado para a realidade atualmente vivenciada, é a velha maneira de conduzir os estudos gramaticais. "Forçar" o aprendizado de regras e classes da gramática, é o retrato da monotonia. De uma vez por todas é preciso entender que os estudos da lingua portuguesa estão atrelados ao que compreendemos por interpretação de texto. Interpretar é, sem dúvidas,um poderoso meio de desenvolver a capacidade de pensar,formular opniões e expandir a capacidade de aprender. Não é que,agora,devemos abolir as tradicioanis análises sintáticas,uso de artigos ou aspecto morfológico da nossa lingua. Isto é impossível e impensável. Agora,todas essas práticas, estão aliadas a uma nova concepção e método.



Dentro das antiguidades da nossa educação, não há nada mais tenebroso do que o "decoréba". Seria bem melhor achar que ninguém utiliza estas práticas retrogatas mas, ainda há sim. Há quem goste de elaborar revisões para estudo de prova. Nela são colocadas questões que vão constar na avaiação. O aluno, completamente mecanizado, decóra,decóra e decóra. Tem todo o cuidado para não esquecer nada, faz a prova e acaba tirando um 10. Assim está ótimo. Foi garantida uma ótima nota. Mas, e o aprendizado, onde fica? Ensinar vai bem além de estimular indivíduos a testarem sua capacidade de memorizar. O Estímulo, esse sim correto, é desenvolver uma capaciadade de pensar.



Além da garantia do básico, é preciso saber da importância de ir além. Tirar o algo a mais de cada disciplina é vital para garantir a dinâmica da educação.  É isso que desperta, no aluno, o prazer de estudar e, no professor, o de ensinar. Por isso,se você que estiver lendo este texto,é preso ao convencional, considere a possibilidade de refletir. Os que já adentram no mundo moderno, parabéns e continuem evoluindo sempre. 


Um novo contexto deve ser expandido, não  com a finalidade de abolir totalmente concepçoes antigas, mas sim de adequá-las, dando a elas um novo traje que culmine com uma relação próspera com as novidades.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Um universo de gastos

Sou um defensor do futebol. Adoro discutir sobre todas as questões que envolvem este esporte. Falar mal ou crítica algum aspecto que o envolva é um processo um tanto que doloroso,mas há momentos em que a paixão precisa ser suplantada para dar lugar há um lado dotado de razão. E, se quisermos usar de uma racionalidade, para falarmos de futebol,no Brasil, a Copa do Mundo de 2014 vem ao debate.


Quando vi na televisão a escolha do Brasil como país sede,me senti muito feliz. Seria a oportunidade de ver o maior evento esportivo do mundo aqui; seria a chence de ver o hexa ser mais verde e amarelo do que nunca. Porém, os anos  vão passando e sua mentalidade e forma de enxergar as coisas também. Percebí que realizar uma copa,aqui,pode beirar os patamares da inconsequência.  Por mais que as propagandas nos digam e declamem o bom momento,tanto no sentido econômico,como social que estamos vivendo, não podemos deixar de lembrar que ainda temos necessidades. De forma  alguma,somos uma "potencia mundial", estamos apenas passando por um processo de melhora, onde o Brasil já começa a ter avanços. Contudo, é preciso lembrar que nada disso é garantia de gastos e mais gastos.


Já não se trata de nenhum segredo que,vez por outra, as coisas aqui não sejam feitas da maneira mais agradáveis. Será que vale a pena tantos investimentos em um empreendimento onde, no final ads contas, os grandes beneficiados serão "os barões do futebol brasileiro". A maioria ficará com a festa e alegiria de ver,se assim for, O Brasil sendo hexa. Temos os estádios,claero. Todos ficarão modernos e vistosos. Eles podem até constituirem uma forma de legado, mas a concepção de herança pode não pasaar de utopia,quando pensamos que os estádios geram, talvez, lucros para os dirigentes e alimentam as vias políticas da esfera púiblica.



Se exiete algo feito para e pelo o povo são os investimentos em áreas como educação,saúde  e segurança. Na educação,melhoramos,mas é preciso mais. Indíces podem apontar uma evolução, porém outros indicam que é necessário evoluir ainda mais. Quanto à saúde pública ainda é possível enxergar o abismo que se encontra com a linha do descaso. Ver hospitais públicos que dão condições desumanas para seus pacientes:olhar para um corredor e encontrar um mar de camas com pessoas convalescentes abandonadas e sem nem ter uma previsão de atendimento.  Precisamos também de segurança, a violência está aí. Não é a pacofocação das favelas cariocas,que dará tudo por resolvido.



De tantos golaços que podem ocorrer em 2014, o mais bonito deles ao seria na copa,sim agora. E se perguntasem que golaço é este não seria difícil de responder. Goalço mesmo é ver a criança ir satisfeita para a escola; é saber que um cidadão humilde está sendo bem tratado em um  hospital publico em vez de estar morrendo em uma fila do mesmo; é poder andar pelas ruas sem ter tanto medo de ser assaltado. Golaço é imaginar este país com mais igualdade e respeito com o próximo.