sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A questão das cotas raciais em universidades públicas.

Durante esta semana, estive lendo um artigo do sociologo Demérito Magnoli, intitulado de "O Dom de iludir". Ele travatava a respeito da distribuição das cotas raciais no vestibular da UNB ( Universidade nacional de Brasília). Magnoli traz argumentos  para sustentar seu posicionamento contrário a esse sistema. Confesso que ainda não hávia parado para pensar no assunto, mas,ao fazer isso, percebí que trata-se de mais um importante ponto de discussão da educação brasileira


A temática vai de encontro com uma questão um tanto presente no seio da nossa pátria: O preconceito, um dos grandes motivos para sustentar a lógida das cotas. Mas, acima de qualquer indício preconceituoso atual, econtra- se o pagamento de uma suposta dívida suposto pedido de desculpas deste país para com os negros (ou afrodescendentes). A escravidão que culminou com anos de práticas desumanas  criaram o sentimento de culpa. Veio a ideia de uma divida que teria que ser paga de alguma forma.



As marcas de uma sociedade onde o preconceito esteve e está presente são muitas. Preconceito não só racial, mas também de outros tipos. O fato é que o racial parece ser um dos mais presentes, aquele que cada um esconde em algum lugar. Por uma compreensão desta realidade, surugiarm as cotas em universidades públicas para os afrodescendentes.. Essa mesma realidade agrega fatores históricos e culturais.


O assunto deixa de ter sua raiz simplória a partir do momento em que entra em discussão e gera divergências. Por um lado, temos a bandeira dos que defendem a cota como um mecanismo justo. No outros, temos o lado dos que não acreditam que seja por aí o caminho para um respeito e "indenização" para uma raça.



Será que justo, de fato, não seria ver o afrodescendente entrando em vestibular sem qualquer tipo de auxílio em sua pontuação? Será que as cotas não seriam apenas uma forma de vermos ele como difrerente dos outros?



Como se vê, não faltam questionamentos e discussões em torno do das cotas raciais em universidades públicas. Um diálogo mais aberto será, sem dúvidas,um passo importante para a educação brasileira e também para avaliarmos a situação do afrodescendente dentro do contexto social e cultural 





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