domingo, 4 de setembro de 2011

Velhas concepções de educação

Hoje,felizmente,podemos dizer que,mesmo que em um processo lento,estamos evoluindo quando falamos sobre educação. Ao mesmo que passo em que prsenciamos uma evolução decantada pelo governo e uma forte campanha publicitária, ainda encontra- se um "lugarzinho" para quem ainda acha que a unidade e bem estar de um campo educacional resumise- a distribuir um material escolar e garantir a merenda de cada dia. De forma alguma se deve discordar que estas são verdadeiras obrigações do poder público, mas cabe discutir uma preocupação e questionamento: Existe um real direcionamento para a moldagem do aluno como ser soclal e,principalmente, alguém capacitado intelectualmente? Há uma vital necessidade de refletir sobre estas questões. Enquanto não for assim, as defeciências continuarão expostas.


Na escola, o aluno não pode encarar a matemática como uma disciplina chata e corriqueira. Para isso,o professor, juntamente com a direção, precisa traçar novos estrategias e outros caminhos que derrubem os esteriótipos quanto a esta disciplina. Outro fator um tanto que inadequado para a realidade atualmente vivenciada, é a velha maneira de conduzir os estudos gramaticais. "Forçar" o aprendizado de regras e classes da gramática, é o retrato da monotonia. De uma vez por todas é preciso entender que os estudos da lingua portuguesa estão atrelados ao que compreendemos por interpretação de texto. Interpretar é, sem dúvidas,um poderoso meio de desenvolver a capacidade de pensar,formular opniões e expandir a capacidade de aprender. Não é que,agora,devemos abolir as tradicioanis análises sintáticas,uso de artigos ou aspecto morfológico da nossa lingua. Isto é impossível e impensável. Agora,todas essas práticas, estão aliadas a uma nova concepção e método.



Dentro das antiguidades da nossa educação, não há nada mais tenebroso do que o "decoréba". Seria bem melhor achar que ninguém utiliza estas práticas retrogatas mas, ainda há sim. Há quem goste de elaborar revisões para estudo de prova. Nela são colocadas questões que vão constar na avaiação. O aluno, completamente mecanizado, decóra,decóra e decóra. Tem todo o cuidado para não esquecer nada, faz a prova e acaba tirando um 10. Assim está ótimo. Foi garantida uma ótima nota. Mas, e o aprendizado, onde fica? Ensinar vai bem além de estimular indivíduos a testarem sua capacidade de memorizar. O Estímulo, esse sim correto, é desenvolver uma capaciadade de pensar.



Além da garantia do básico, é preciso saber da importância de ir além. Tirar o algo a mais de cada disciplina é vital para garantir a dinâmica da educação.  É isso que desperta, no aluno, o prazer de estudar e, no professor, o de ensinar. Por isso,se você que estiver lendo este texto,é preso ao convencional, considere a possibilidade de refletir. Os que já adentram no mundo moderno, parabéns e continuem evoluindo sempre. 


Um novo contexto deve ser expandido, não  com a finalidade de abolir totalmente concepçoes antigas, mas sim de adequá-las, dando a elas um novo traje que culmine com uma relação próspera com as novidades.



2 comentários:

  1. muito maneiro o seu blog!
    já tõ seguindo!
    retribui!

    http://rotinadavida.blogspot.com/

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  2. Obrigada por visitar e seguir meu blog! Estou seguindo também!
    Beijo!

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