Sempre quando chega a eleição somos seduzidos por uma simples palavrinha que se chama Democracia. As coisas são desta forma por que elas nos inspira o direito de uma participação; o direito de ter uma voz na vida política do estado. Porém. é preciso não confundir as coisas. No cenário político, no qual estamos enquadrados, essa "participação" encontra-se no momento em que os políticos mais precisam do povo: O voto. Sim, por mais que ainda tentem falar o contrário, essa é a verdade.
Mais triste e lamentável é perceber que as escolhas para o voto, muitas vezes, nem passam por um critério de avaliação. Não procura-se investigar e conhecer a vida política do candidato. Vota-se por não ter opção, por desinteresse. Contudo, nota-se o quão controlado é o ser humano quando uma escolha vale-se só pelo fato de outro apoiar, de achar que vai ser melhor assim. O importante não é nem saber de quem se trata, pois se tem o um respaldo,tudo bem. Querer uma mudança total de tal situação é como querer que comecem a nascerem maçãs em pés de laranjas , mas não é utopia imaginar que possam existirem indivíduos que ainda possam fazer o diferencial. Algo que fuja dos padrões que, de tão fincados,já se tornaram tradicionais.
Não se iludam com guias eleitorais, comícios e debates que, muitas vezes, quando deveriam ser espaços para se discutir e expor ideias, são um campo de trocas de ofensas entre os candidatos. Atitudes como estas só servem para deixar um voto empobrecido e fraco em expressão.
Votar é a ocasião de dar personificação ao que chamamos de democracia política. Sendo assim, é preciso aproveitar bem o momento. Uma escolha errada e pautada em um pouco conhecimento podem gerar consequências sérias onde poucos são beneficiados e muitos são prejudicados.
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