sábado, 15 de dezembro de 2012

O assustador ato de matar

Era para ser uma sexta feira como, certamente , todas as outras. Na escola do Estado de Connecticut, Estados unidos, aula deveria transcorrer de forma tranquila, com crianças a conversarem com seus colegas e professores empenhados em ensinar. Mas, um instinto ruim e reforçado pela sede matar, quis que não fosse assim.  A inocência e a pureza foram surpreendias por tiros. Tiros que calaram muitas vozes e que, provavelmente, deixaram traumas para quem viveu para contar essa triste história. Daí em diante , as perguntas surgem uma atrás da outra: Qual a razão?  Assassinar crianças, por quê? Ele é louco?


A humanidade nunca viveu em um  mundo de absoluta harmonia. Até mesmo os mais pacifistas, são capazes de reconhecer isso.  Com tudo, outra questão é dizer que estamos acostumados com a barbárie. Não, não estamos mesmo. E se existe alguém que se diz estar é por que ele não deve ter coração nem tão pouco sentimentos, Alguém que é de bem  sente a perda de uma vida que se vai, inclusive aquelas que saem cena prematuramente. E, na verdade, matar é uma palavra forte que, mesmo adequada para outros contextos do cotidiano , não a vemos com outro significado como se não o de por fim em algo. É o tipo de ato que por mais que sejam buscadas razões para a sua realização , ele parece sempre se perder no injusticável. Até quando achamos que encontramos um motivo, a insegurança parece nos deixar incertos quanto ao que se quer justificar.


Matar, realmente, se converte na eterna lástima mundial. Quando ele acontece , só nos resta lamentar. Sim, lamentar pelos tantos policiais paulistas que tiveram um ponto final por conta da ação da abominável rede de crime;pelas vítimas do recente massacre dos Estados Unidos e pelas tantas outras pessoas partem através dessa forma tão cruel.


Esse assustador ato de matar nos intriga e inquieta. Faz refletir o quão falha é a justiça dos homens e, principalmente, traz a tona a ideia de que a maldade é um artigo que, infelizmente, ainda encontra brechas para corroer as belas formas de bondade. Fica, para a sociedade, a lição de que ela precisa , cada vez mais, de compaixão e  pessoas do bem. Daquelas que sempre nos faça acreditar que esse mundo ainda comporta nossas esperanças e sonhos de dias melhores. 

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